O Goldman Sachs projeta receita acima de US$ 5 bilhões em trading de ações no 2º trimestre de 2026, impulsionado pela alta volatilidade do mercado.
O Goldman Sachs caminha para consolidar um desempenho histórico em sua unidade de trading de ações no segundo trimestre de 2026. Com a continuidade da volatilidade nos mercados globais, o banco tem registrado um fluxo intenso de demanda por parte de investidores institucionais e hedge funds, que buscam ajustar suas posições diante de incertezas macroeconômicas e temas de investimento ligados à inteligência artificial. A expectativa é que a receita do segmento supere a marca de US$ 5 bilhões, podendo rivalizar com o recorde de US$ 5,3 bilhões obtido no início do ano.
Este cenário reforça a relevância da divisão de Global Banking & Markets, que tem servido como um pilar de estabilidade para a instituição. Além do trading, o banco observa uma recuperação gradual em outras áreas, como fusões e aquisições (M&A) e mercados de capitais. O resultado final do trimestre, que será divulgado no próximo mês, deve confirmar a capacidade do Goldman Sachs em capitalizar sobre o ambiente de mercado incerto, mantendo margens robustas sem um aumento proporcional nas despesas operacionais.
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