Janja defende paridade de gênero no Legislativo e rebate críticas
Primeira-dama propõe 50% de cadeiras para mulheres no Congresso e classifica ataques à sua atuação e gastos como misoginia e preconceito de classe.
Pontos principais
- Janja defendeu a criação de listas eleitorais separadas por gênero para assegurar que metade das cadeiras do Legislativo sejam ocupadas por mulheres.
- A primeira-dama afirmou que críticas sobre seus gastos em viagens internacionais são motivadas por misoginia e preconceito de classe.
- Janja manifestou solidariedade a Michelle Bolsonaro e Damares Alves, condenando episódios de violência política de gênero contra ambas.
- A primeira-dama reiterou que sua atuação no Palácio do Planalto é inédita e defendeu a transparência de suas atividades, mesmo sem ocupar cargo público.
Em entrevista recente, a primeira-dama Janja Lula da Silva defendeu a implementação de mecanismos para garantir que 50% das cadeiras do Legislativo sejam ocupadas por mulheres. Segundo ela, a proposta visa assegurar a paridade por meio de listas eleitorais específicas, transcendendo ideologias na luta contra a violência política de gênero. Durante a conversa, Janja também rebateu críticas direcionadas aos seus gastos em viagens internacionais, classificando o escrutínio como uma forma de misoginia e preconceito de classe. A primeira-dama justificou suas escolhas logísticas como medidas de segurança e destacou que sua atuação ativa no governo é um modelo inédito no país. Além disso, ela prestou solidariedade a figuras políticas da oposição, como Michelle Bolsonaro e Damares Alves, ao condenar ataques misóginos sofridos por elas, reforçando a necessidade de um debate público mais respeitoso.
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