JPMorgan mantém recomendação de compra para Suzano frente ao El Niño
Analistas destacam a resiliência logística da Suzano diante dos riscos climáticos que podem afetar a oferta global de celulose em 2026.
Pontos principais
- O JPMorgan aponta o El Niño como um fator de risco para a produção e logística do setor de celulose em 2026.
- A Suzano é considerada a empresa mais protegida do setor devido à sua diversificação geográfica e infraestrutura resiliente.
- Klabin e CMPC foram identificadas como mais expostas a riscos de enchentes em suas regiões de operação no Paraná e Rio Grande do Sul.
- Interrupções na oferta global causadas por eventos climáticos extremos podem pressionar os preços da celulose para cima.
- O banco mantém recomendação de compra para a Suzano, com preço-alvo de R$ 60.
O JPMorgan reiterou sua preferência pelas ações da Suzano (SUZB3), destacando a capacidade da companhia de enfrentar os desafios climáticos previstos para 2026. Segundo o banco, o fenômeno El Niño representa um risco significativo para a produção e a logística do setor de celulose, podendo causar interrupções na oferta global e, consequentemente, elevar os preços da commodity. Enquanto a Suzano se destaca pela resiliência de sua infraestrutura e diversificação geográfica, outras empresas do setor, como Klabin e CMPC, foram apontadas como mais vulneráveis a possíveis enchentes em suas áreas de operação no Paraná e no Rio Grande do Sul. Com uma recomendação de compra e preço-alvo fixado em R$ 60, a análise reforça que a solidez operacional da Suzano a posiciona de forma estratégica frente à volatilidade climática esperada para os próximos anos.
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