Inflação acumula alta de 3,36% no primeiro semestre de 2026
O IPCA atingiu o maior patamar para o primeiro semestre desde 2022, pressionado pela alta nos preços de alimentos e combustíveis.
Pontos principais
- O IPCA acumulou alta de 3,36% nos primeiros seis meses de 2026.
- O resultado é o maior para o período desde 2022, quando o índice marcou 5,49%.
- A inflação de junho registrou variação positiva de 0,16%.
- O conflito no Irã é apontado como fator de pressão nos custos de combustíveis e alimentos no Brasil.
- Os dados oficiais foram divulgados pelo IBGE nesta sexta-feira (10).
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou o primeiro semestre de 2026 com uma alta acumulada de 3,36%, conforme dados divulgados pelo IBGE nesta sexta-feira (10). O resultado marca o maior patamar para o período desde 2022, quando o indicador atingiu 5,49%. Em junho, o índice apresentou uma variação de 0,16%. A aceleração dos preços reflete, em grande medida, a pressão sobre os custos de alimentos e combustíveis no mercado interno. Analistas apontam que o cenário de instabilidade geopolítica, agravado pela guerra no Irã, tem impactado diretamente a cadeia de suprimentos e os preços das commodities, gerando reflexos imediatos na inflação brasileira. Este cenário reforça os desafios econômicos enfrentados pelo país diante de tensões externas que pressionam o custo de vida da população.
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