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Agente ucraniano nega autoria de assassinato após confissão inicial

Suspeito de envolvimento em tiroteio na Ucrânia retira confissão sobre morte de mulher ligada a atentado em Mônaco.

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Foto: BBC World
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10/07 às 16:02

Pontos principais

  • O agente de inteligência ucraniano negou ter disparado a arma que matou a mulher, contradizendo sua confissão anterior.
  • A vítima do assassinato era investigada por suspeita de planejar um atentado contra um milionário em Mônaco.
  • O caso estabelece uma conexão direta entre um incidente com bomba em Mônaco e um tiroteio ocorrido na Ucrânia.
  • Autoridades apuram as motivações por trás das contradições nos depoimentos e possíveis vínculos criminais ou políticos.

Um caso complexo de inteligência internacional ganhou novos contornos após um agente ucraniano retirar sua confissão sobre um homicídio. O suspeito, que anteriormente havia admitido a autoria do disparo fatal contra uma mulher, agora alega não ter sido o responsável pelo crime. A vítima estava sob investigação por seu suposto envolvimento em um atentado a bomba contra um milionário em Mônaco, o que levanta questões sobre uma possível rede de operações transnacionais. A mudança no depoimento do agente forçou as autoridades a reavaliarem as evidências que ligam o tiroteio na Ucrânia ao incidente ocorrido no principado europeu. Investigadores buscam agora determinar se as contradições são fruto de pressões externas ou de uma estratégia de defesa, enquanto tentam esclarecer as motivações políticas e criminais que unem os dois eventos em diferentes países.

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