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Deputado Arilson Chiorato é acusado de usar prompt injection contra TCE-PR

Parlamentar paranaense nega ter inserido comandos ocultos em documento enviado ao Tribunal de Contas para tentar suspender o programa Olho Vivo.

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Foto: Folha de São Paulo - Mercado
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09/07 às 18:31 · atualizado 21:02

Pontos principais

  • O deputado estadual Arilson Chiorato (PT) é alvo de denúncia por suposto uso de prompt injection em peça jurídica.
  • A técnica teria sido aplicada em uma medida cautelar enviada ao TCE-PR contra o programa de segurança Olho Vivo.
  • O texto oculto visaria induzir o tribunal a conceder uma liminar para interromper o serviço de monitoramento estadual.
  • O parlamentar negou formalmente as acusações de fraude processual e manipulação de documentos.
  • O caso gera debate sobre a integridade e os riscos do uso de inteligência artificial na redação de documentos oficiais.

O deputado estadual Arilson Chiorato (PT) enfrenta acusações de ter utilizado técnicas de prompt injection em um documento protocolado junto ao Tribunal de Contas do Paraná (TCE-PR). A denúncia aponta que o parlamentar teria inserido comandos ocultos em uma medida cautelar que buscava a suspensão do programa de segurança Olho Vivo, com o objetivo de manipular a interpretação da inteligência artificial utilizada pelo tribunal. Chiorato negou qualquer irregularidade ou tentativa de fraude processual. O incidente levanta preocupações sobre a segurança jurídica e a ética no uso de ferramentas de IA para a elaboração de peças processuais, destacando a necessidade de maior fiscalização sobre a autenticidade de documentos digitais submetidos a órgãos de controle. O TCE-PR ainda não proferiu uma decisão final sobre o caso.

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