Deputado Arilson Chiorato é acusado de usar prompt injection contra TCE-PR
Parlamentar paranaense nega ter inserido comandos ocultos em documento enviado ao Tribunal de Contas para tentar suspender o programa Olho Vivo.
Pontos principais
- O deputado estadual Arilson Chiorato (PT) é alvo de denúncia por suposto uso de prompt injection em peça jurídica.
- A técnica teria sido aplicada em uma medida cautelar enviada ao TCE-PR contra o programa de segurança Olho Vivo.
- O texto oculto visaria induzir o tribunal a conceder uma liminar para interromper o serviço de monitoramento estadual.
- O parlamentar negou formalmente as acusações de fraude processual e manipulação de documentos.
- O caso gera debate sobre a integridade e os riscos do uso de inteligência artificial na redação de documentos oficiais.
O deputado estadual Arilson Chiorato (PT) enfrenta acusações de ter utilizado técnicas de prompt injection em um documento protocolado junto ao Tribunal de Contas do Paraná (TCE-PR). A denúncia aponta que o parlamentar teria inserido comandos ocultos em uma medida cautelar que buscava a suspensão do programa de segurança Olho Vivo, com o objetivo de manipular a interpretação da inteligência artificial utilizada pelo tribunal. Chiorato negou qualquer irregularidade ou tentativa de fraude processual. O incidente levanta preocupações sobre a segurança jurídica e a ética no uso de ferramentas de IA para a elaboração de peças processuais, destacando a necessidade de maior fiscalização sobre a autenticidade de documentos digitais submetidos a órgãos de controle. O TCE-PR ainda não proferiu uma decisão final sobre o caso.
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