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Casa Branca justifica restrições de visto à seleção do Irã

Governo dos EUA defende logística transfronteiriça para a equipe iraniana na Copa do Mundo após negativas de visto por questões de segurança.

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Foto: InfoMoney
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09/07 às 10:34

Pontos principais

  • A Casa Branca afirmou que a estadia da seleção iraniana em Tijuana foi uma medida necessária para garantir a segurança e a paridade no torneio.
  • O governo dos EUA negou vistos a membros da delegação iraniana devido a suspeitas de vínculos com a Guarda Revolucionária do Irã.
  • O técnico Amir Ghalenoei criticou a postura americana, descrevendo sua equipe como a mais oprimida da competição.
  • A seleção do Irã agradeceu ao México pela hospitalidade e utilizou o país como base durante o evento esportivo.

O governo do presidente Donald Trump defendeu a decisão de restringir a entrada de membros da delegação iraniana em solo americano durante a Copa do Mundo. Segundo Andrew Giuliani, porta-voz da Casa Branca, a logística que forçou a equipe a se basear em Tijuana, no México, foi uma solução de bom senso para assegurar a integridade e a segurança do evento. A medida foi motivada por preocupações oficiais sobre possíveis conexões de integrantes da comitiva com a Guarda Revolucionária do Irã, organização classificada como ameaça pelos Estados Unidos. O técnico iraniano, Amir Ghalenoei, manifestou forte descontentamento com as restrições, classificando o tratamento recebido como opressor. Apesar do impasse diplomático, a seleção iraniana declarou o México como seu segundo lar, agradecendo pela recepção enquanto enfrentava as dificuldades logísticas impostas pela política de vistos americana.

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