Setor de self-storage ganha espaço em fundos imobiliários no Brasil
Fundos imobiliários utilizam o modelo de self-storage para reposicionar imóveis vagos e diversificar portfólios com maior rentabilidade.
Pontos principais
- Fundos como TRXF11 e RBVA11 adotam o self-storage como estratégia de investimento.
- O modelo permite a ocupação de imóveis com baixa demanda comercial, como antigas agências bancárias.
- O mercado brasileiro de self-storage ainda é pulverizado, oferecendo potencial para consolidação.
- A operação de self-storage apresenta receitas superiores a locações convencionais em ativos específicos.
O segmento de self-storage tem se consolidado como uma alternativa estratégica para fundos imobiliários brasileiros que buscam reduzir a vacância e diversificar seus ativos. Gestores estão utilizando esse modelo para reposicionar imóveis que perderam atratividade no varejo tradicional, como antigas agências bancárias, aproveitando a flexibilidade do negócio que prioriza a acessibilidade digital em vez de vitrines físicas. Embora o setor ainda esteja em um estágio inicial de maturidade no Brasil, quando comparado ao mercado norte-americano, a baixa consolidação atual é vista como uma oportunidade de crescimento. Especialistas destacam que a transição para o self-storage tem gerado receitas mais robustas do que as locações convencionais, tornando-se uma opção relevante para a gestão de portfólios imobiliários em áreas urbanas.
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