Pais de vítima criticam acordo da Casa Branca com Big Techs
Família de James Woods contesta acordo que permitiu a ausência de CEOs de tecnologia em depoimentos no Senado sobre segurança infantil.
Pontos principais
- Executivos de Meta e Google foram dispensados de depor no Senado após negociação da Casa Branca.
- O acordo visava garantir apoio das empresas ao 'James T. Woods Act', projeto de lei de segurança infantil.
- Pais da vítima argumentam que a legislação não deve servir como moeda de troca política.
- O Comitê Judiciário do Senado buscava explicações diretas dos líderes das empresas sobre práticas de segurança.
A família de James Woods manifestou forte descontentamento com um acordo intermediado pela Casa Branca que permitiu que executivos de grandes empresas de tecnologia, como Meta e Google, evitassem depor pessoalmente no Senado. Em troca da dispensa, as companhias teriam sinalizado apoio ao 'James T. Woods Act', um projeto de lei voltado à segurança infantil online. Tania e Tim Woods, pais da vítima, criticaram a manobra, afirmando que a legislação não deveria ser utilizada como moeda de troca política em negociações de bastidores. O Comitê Judiciário do Senado buscava o depoimento direto dos CEOs para questioná-los sobre as práticas de segurança de suas plataformas. Enquanto a assessoria do senador Chuck Grassley defende que o foco permanece na aprovação da lei e na investigação das Big Techs, o caso reacende o debate sobre a influência das empresas de tecnologia no processo legislativo norte-americano.
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