Museu Palestino cria arquivo digital inviolável para proteger acervo
Instituição na Cisjordânia adota rede distribuída de dados para preservar 500 mil itens contra destruição física e ataques cibernéticos.
Pontos principais
- O projeto utiliza backups distribuídos globalmente para garantir a integridade do acervo contra danos físicos.
- O arquivo digital reúne mais de 500 mil itens, como fotografias, documentos, mapas e filmes históricos.
- A arquitetura descentralizada foi adotada como resposta a frequentes ataques cibernéticos sofridos pela instituição.
- O museu planeja integrar inteligência artificial para auxiliar na catalogação de textos em árabe otomano.
- O acervo digital já viabilizou a realização de mais de 260 exposições internacionais.
O Museu Palestino, localizado em Birzeit, na Cisjordânia, implementou um sistema de arquivo digital descentralizado para salvaguardar seu patrimônio cultural. Diante da ameaça constante de destruição física e de ataques cibernéticos frequentes, a instituição optou por uma rede de backups distribuídos globalmente, garantindo que o histórico palestino permaneça acessível mesmo em cenários de crise. O acervo, composto por mais de 500 mil itens, inclui documentos, fotografias e filmes coletados de famílias locais, servindo como base para a difusão da história do país em exposições ao redor do mundo. A iniciativa também prevê a modernização da curadoria com o uso de inteligência artificial para a leitura de textos em árabe otomano, reforçando o papel da tecnologia na preservação da memória coletiva frente a instabilidades regionais.
Tópicos relacionados
Comentários
Carregando comentários...
