Ações da Vale caem mais de 4% após rebaixamento pelo Morgan Stanley
Papéis da mineradora recuam na bolsa após banco reduzir projeções financeiras devido a desafios no mercado global de minério de ferro.
Pontos principais
- Morgan Stanley revisou para baixo as recomendações e estimativas financeiras para a Vale.
- A queda na produção de aço na China pressiona os preços do minério de ferro.
- O banco elevou as projeções de custo caixa (C1) para 2026 e 2027, superando o guidance da empresa.
- Estimativas de EBITDA e lucro por ação ficaram abaixo do consenso de mercado.
- Novo preço-alvo para as ações da mineradora foi fixado em US$ 16,50.
As ações da Vale (VALE3) registraram uma queda superior a 4% após o Morgan Stanley rebaixar suas recomendações para a companhia. A análise aponta um cenário global desafiador para o minério de ferro, impulsionado principalmente pela desaceleração na produção de aço na China, o que impacta diretamente os fundamentos da commodity. Além da pressão externa, o banco elevou as estimativas de custo caixa (C1) para os anos de 2026 e 2027, superando as projeções oficiais da própria mineradora. Embora o Morgan Stanley reconheça avanços na divisão de Metais Básicos, a instituição avalia que o potencial de valorização já está precificado. Com projeções de EBITDA e lucro por ação abaixo das expectativas do mercado, o banco estabeleceu o novo preço-alvo para os papéis em US$ 16,50, refletindo uma postura mais cautelosa diante dos custos operacionais crescentes.
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