Ações da Vale caem 11% em março, mas analistas mantêm otimismo
Apesar da queda de 11% nas ações da Vale (VALE3) em março, analistas de bancos como JPMorgan, Bradesco BBI e BTG Pactual mantêm otimismo devido ao valuation atraente e à resiliência da demanda chinesa.
Pontos principais
- As ações da Vale (VALE3) registraram queda de 11% em março, enquanto o minério de ferro subiu 8%, negociando acima de US$ 110/t.
- JPMorgan, Bradesco BBI e BTG Pactual reiteram recomendação de compra para VALE3, citando valuation atraente e suporte para o minério.
- O JPMorgan destaca a Vale como a opção mais barata do setor, com preço-alvo de R$ 96.
- O Bradesco BBI aponta que a volatilidade do minério é influenciada por intervenções regulatórias na China e normalização da demanda pós-Ano Novo Lunar.
- O BTG Pactual prevê revisões de lucro para cima e destaca a preparação da Vale para o cenário volátil com contratos de frete de longo prazo.
As ações da Vale (VALE3) apresentaram uma queda de aproximadamente 11% em março, mesmo com a valorização de 8% do minério de ferro no mesmo período, que se manteve acima de US$ 110 por tonelada. Apesar desse cenário de aversão a risco no mercado global, analistas de grandes bancos como JPMorgan, Bradesco BBI e BTG Pactual mantêm uma perspectiva otimista para a mineradora.
O otimismo é fundamentado no valuation considerado atraente da Vale, na resiliência da demanda chinesa e nos preços sustentados do minério de ferro. O JPMorgan, por exemplo, reitera a recomendação de compra para VALE3, com preço-alvo de R$ 96, classificando a empresa como a opção mais barata do setor. O Bradesco BBI e o BTG Pactual também mantêm suas recomendações de compra, destacando o suporte firme para o minério acima de US$ 100/t e a preparação da Vale para um cenário volátil, com estratégias como contratos de frete de longo prazo e hedge de bunker.
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