Netanyahu condiciona reconstrução de Gaza ao desarmamento do Hamas
Fala responde a relato de que os EUA teriam abandonado o desarmamento como pré-condição; IDF diz controlar cerca de 60% da Faixa.
Pontos principais
- Na reunião do gabinete em 5 de julho, Netanyahu disse que não haverá reconstrução sem o desmantelamento e a desmilitarização da Faixa.
- A fala respondeu a relato de que os EUA teriam abandonado o desarmamento do Hamas como pré-condição formal.
- Netanyahu não negou o relato.
- O plano dos EUA prevê governança tecnocrática palestina e um arcabouço internacional para supervisionar a reconstrução.
- As IDF confirmaram controlar cerca de 60% da Faixa, ante os 53% acordados no cessar-fogo do ano passado.
- A 'Linha Amarela' foi movida mais para dentro do enclave.
Na reunião semanal do gabinete em 5 de julho, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu afirmou que "não haverá reconstrução em Gaza sem o desmantelamento e a desmilitarização da Faixa". As declarações responderam a um relato de que o governo dos EUA teria decidido abandonar o desarmamento do Hamas como pré-condição formal para a reconstrução — relato que Netanyahu não negou. O plano dos EUA, anunciado no início deste ano, inclui a criação de um mecanismo de governança tecnocrática palestina para a Faixa e um arcabouço internacional para supervisionar a reconstrução.
Paralelamente, as Forças de Defesa de Israel (IDF) confirmaram que agora controlam cerca de 60% da Faixa de Gaza, aumento em relação aos 53% acordados no cessar-fogo do ano passado, com a "Linha Amarela" movida mais para dentro do enclave.
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