Turismo de base comunitária fortalece preservação no Tapajós
O modelo de turismo comunitário no Pará impulsiona a economia local e atua como ferramenta de proteção territorial contra explorações predatórias.
Pontos principais
- O fluxo turístico em Santarém registrou um crescimento de 15% em 2025.
- Moradores locais gerenciam os negócios, garantindo que a renda permaneça na própria comunidade.
- Empreendimentos como a Pousada do Mingote e a Casa do Eltom integram hospitalidade e vivência cultural.
- A gestão comunitária fortalece a resistência contra ocupações irregulares e projetos ambientais predatórios.
- O Sebrae oferece suporte aos pequenos negócios, destacando o impacto positivo da gestão territorial autêntica.
O turismo de base comunitária (TBC) na região do Tapajós, no Pará, consolidou-se como um modelo eficaz de desenvolvimento sustentável e resistência territorial. Ao assumirem a gestão de pousadas e serviços gastronômicos, as comunidades indígenas e ribeirinhas garantem a manutenção dos recursos financeiros localmente, além de promoverem a preservação de suas tradições. Esse movimento tem sido fundamental para proteger a região contra ocupações irregulares e projetos predatórios, reforçando o papel dos moradores como guardiões do ecossistema amazônico. Com o apoio técnico do Sebrae, o setor tem atraído visitantes em busca de experiências autênticas, resultando em um aumento de 15% no fluxo turístico em Santarém ao longo de 2025. A iniciativa demonstra que o engajamento direto das populações locais é um diferencial competitivo capaz de gerar impactos sociais e ambientais superiores aos modelos de exploração convencionais.
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