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Governo federal impõe restrições a publicidade e redes sociais para eleições

Medidas visam cumprir o defeso eleitoral, proibindo slogans oficiais e limitando postagens de servidores para garantir a igualdade no pleito de 2026.

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Foto: Folha de São Paulo - Política
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03/07 às 13:02 · atualizado 23:32

Pontos principais

  • As restrições eleitorais entraram em vigor neste sábado, 4 de julho.
  • O uso de slogans em divulgações oficiais do governo está proibido.
  • Servidores públicos enfrentam novas limitações para publicações em redes sociais.
  • A Secom ordenou o arquivamento de posts em perfis ministeriais para evitar irregularidades.
  • As normas buscam impedir o uso da máquina pública durante os três meses que antecedem as eleições.

O governo federal iniciou a aplicação de restrições legais à publicidade institucional e à atuação de servidores nas redes sociais em conformidade com o período de defeso eleitoral. A medida, que entrou em vigor neste sábado, 4 de julho, proíbe o uso de slogans em comunicações oficiais e impõe limites rigorosos às postagens de agentes públicos. Como parte do esforço para evitar irregularidades, a Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom) determinou que ministérios arquivem publicações em seus perfis oficiais. O objetivo central das normas é assegurar a igualdade de condições entre os candidatos e evitar o uso da máquina pública durante os três meses que antecedem o pleito de 2026. Mesmo serviços de utilidade pública estão sujeitos às novas diretrizes de divulgação, que visam garantir a conformidade com a legislação eleitoral vigente.

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