Bolsas europeias fecham em alta com dados de emprego nos EUA
Índices europeus sobem com busca por ações defensivas após dados de emprego nos EUA e na zona do euro sinalizarem moderação econômica.
Pontos principais
- Principais índices como FTSE 100 e DAX registraram valorização superior a 1,5%.
- Setores de saúde e alimentos lideraram os ganhos, enquanto empresas de tecnologia recuaram.
- Dados do payroll nos EUA indicaram a criação de 57 mil vagas em junho, abaixo das expectativas.
- A taxa de desemprego na zona do euro atingiu 6,2% em maio, superando as projeções do mercado.
- Ações da Bayer subiram 8,4% após a empresa anunciar uma reestruturação de suas operações de glifosato nos EUA.
As bolsas europeias encerraram o pregão em alta, impulsionadas pelo otimismo dos investidores após a divulgação de dados de emprego nos Estados Unidos e na zona do euro. A criação de 57 mil vagas em junho nos EUA, número abaixo do esperado, reduziu as expectativas de aumentos agressivos nas taxas de juros pelo Federal Reserve. Paralelamente, a taxa de desemprego na zona do euro situou-se em 6,2% em maio, superando as estimativas iniciais. O movimento de alta foi liderado por setores defensivos, como saúde e bens de consumo, que atraíram capital em um momento de cautela com o setor de tecnologia.
Enquanto o mercado reagiu positivamente ao cenário macroeconômico, o setor de semicondutores enfrentou pressão, com quedas em empresas como ASML e ASM International devido a preocupações com o ritmo de investimentos em inteligência artificial. Em contrapartida, a Bayer destacou-se com uma alta de 8,4% após anunciar uma reorganização estratégica de suas operações de glifosato no mercado americano.
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