O governo militar do Níger prendeu cerca de 40 pessoas sob novas leis, gerando alertas sobre violações de direitos humanos e riscos à saúde pública.
O regime militar do Níger iniciou uma ofensiva contra a população LGBTQ+ no país, resultando na prisão de cerca de 40 pessoas. Entre os detidos, encontram-se 16 homens, incluindo oficiais militares de alta patente, em uma ação que ativistas de direitos humanos classificam como uma perseguição sistemática. A repressão ocorre após a implementação de um novo código penal no início de 2025, que endureceu as normas contra a comunidade. A situação gera preocupações imediatas sobre a segurança dos indivíduos e o acesso a serviços essenciais de saúde. Especialistas alertam que o clima de hostilidade tem dificultado a distribuição de medicamentos preventivos, como a PrEP, o que pode elevar os riscos de contágio por HIV/Aids entre grupos vulneráveis que agora evitam buscar assistência médica por medo de represálias.
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