Analistas reforçam recomendação de compra para Tenda após avanços na Alea
Itaú BBA e JPMorgan destacam ganhos operacionais e eficiência na construção industrializada da subsidiária Alea, visando equilíbrio financeiro em 2027.
Pontos principais
- Itaú BBA e JPMorgan reiteraram recomendação de compra para as ações da Tenda (TEND3).
- A Alea utiliza construção industrializada para reduzir custos de mão de obra em comparação ao método convencional.
- A subsidiária projeta alcançar o equilíbrio do fluxo de caixa operacional até 2027.
- A Tenda planeja expandir a capacidade produtiva com um novo polo em Campinas no início de 2027.
- A Caixa Econômica Federal otimizou a gestão de capital de giro ao realizar medições de obras diretamente na fábrica.
Analistas do Itaú BBA e do JPMorgan avaliaram positivamente o desempenho operacional da Alea, subsidiária da construtora Tenda, após uma visita técnica às instalações da empresa. O otimismo do mercado está ancorado na eficiência do modelo de construção industrializada, que permite custos de mão de obra inferiores aos métodos tradicionais. A companhia tem focado na otimização de seus canteiros de obras para atingir o equilíbrio do fluxo de caixa operacional até 2027, meta que será reforçada pela inauguração de um novo polo de produção em Campinas. Além disso, a parceria com a Caixa Econômica Federal, que passou a realizar medições diretamente na fábrica, tem sido fundamental para melhorar a gestão do capital de giro da Tenda, consolidando a tese de recuperação da subsidiária no setor imobiliário.
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