Goldman Sachs recomenda commodities como proteção contra choques
O banco aponta metais e energia como ativos estratégicos para diversificação de portfólio diante de riscos geopolíticos e inflacionários.
Pontos principais
- Goldman Sachs destaca commodities como hedge eficaz contra pressões inflacionárias e instabilidades geopolíticas.
- Demanda por cobre e lítio é impulsionada pela transição energética e pela expansão da inteligência artificial.
- Projeção para o cobre é de US$ 13.800 por tonelada até 2027 devido a restrições na oferta global.
- Ouro segue com perspectiva de alta sustentada pela compra de reservas por bancos centrais de mercados emergentes.
O Goldman Sachs reforçou sua recomendação de exposição a commodities como uma estratégia essencial de diversificação para investidores. Segundo o banco, a classe de ativos oferece proteção contra choques de oferta e pressões inflacionárias, cenário evidenciado pela volatilidade nos preços de energia decorrente de tensões geopolíticas, como as observadas no Estreito de Ormuz. A instituição ressalta que a demanda estrutural por metais, como cobre e lítio, deve crescer significativamente nos próximos anos, sustentada pelo avanço da inteligência artificial e pelos projetos globais de transição energética. Com restrições na oferta, o banco estima que o cobre possa atingir US$ 13.800 por tonelada até 2027. Além disso, o ouro permanece como um ativo de valorização, impulsionado pela busca de bancos centrais de mercados emergentes por maior segurança em suas reservas cambiais diante de riscos fiscais.
Tópicos relacionados
Comentários
Carregando comentários...
