O Goldman Sachs apontou o Brasil como um mercado emergente resiliente, atraindo investimentos mesmo com a saída de capital de outros países após o conflito no Irã, e indicou ações com potencial de liderar a retomada do fluxo.
O Goldman Sachs destacou a resiliência do Brasil no cenário de fluxo de capitais para mercados emergentes, mesmo após o conflito no Irã. Enquanto outros mercados emergentes registraram saídas de US$ 44 bilhões, o Brasil atraiu US$ 900 milhões em investimentos. A instituição financeira atribui essa performance à exposição positiva do país ao petróleo, valuations atrativos de empresas e a continuidade do ciclo de cortes de juros.
A equipe liderada por Bruno Amorim identificou ações cíclicas e defensivas com potencial para liderar a retomada do apetite por investimentos no Brasil. Entre as cíclicas, estão B3, BTG Pactual, C&A, Cyrela, Lojas Renner, Nubank, SmartFit, GPS e Vibra. Já as ações defensivas incluem Copel, Equatorial, Multiplan, Sabesp e Rede D'Or. O Goldman Sachs projeta um crescimento do PIB brasileiro em linha com a média da última década e prevê cortes adicionais de 200 pontos-base na taxa Selic em 2026, apesar de riscos como desaceleração econômica global e incertezas regulatórias.
24 mar, 17:04
20 fev, 10:01
10 fev, 16:53
9 fev, 15:01
27 jan, 21:54