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Goldman Sachs destaca resiliência do Brasil em fluxo de capitais

O Goldman Sachs apontou o Brasil como um mercado emergente resiliente, atraindo investimentos mesmo com a saída de capital de outros países após o conflito no Irã, e indicou ações com potencial de liderar a retomada do fluxo.

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Foto: InfoMoney
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26/03 às 13:04

Pontos principais

  • Mercados emergentes registraram saída de US$ 44 bilhões, enquanto o Brasil teve entrada de US$ 900 milhões após o conflito no Irã.
  • O Goldman Sachs vê o Brasil bem posicionado devido à exposição positiva ao petróleo, valuations atrativos e cortes de juros.
  • Ações cíclicas favoritas incluem B3, BTG Pactual, C&A, Cyrela, Lojas Renner, Nubank, SmartFit, GPS e Vibra.
  • Ações defensivas apontadas são Copel, Equatorial, Multiplan, Sabesp e Rede D'Or.
  • O banco projeta crescimento do PIB brasileiro em linha com a média da última década e cortes adicionais de 200 pontos-base na Selic em 2026.

O Goldman Sachs destacou a resiliência do Brasil no cenário de fluxo de capitais para mercados emergentes, mesmo após o conflito no Irã. Enquanto outros mercados emergentes registraram saídas de US$ 44 bilhões, o Brasil atraiu US$ 900 milhões em investimentos. A instituição financeira atribui essa performance à exposição positiva do país ao petróleo, valuations atrativos de empresas e a continuidade do ciclo de cortes de juros.

A equipe liderada por Bruno Amorim identificou ações cíclicas e defensivas com potencial para liderar a retomada do apetite por investimentos no Brasil. Entre as cíclicas, estão B3, BTG Pactual, C&A, Cyrela, Lojas Renner, Nubank, SmartFit, GPS e Vibra. Já as ações defensivas incluem Copel, Equatorial, Multiplan, Sabesp e Rede D'Or. O Goldman Sachs projeta um crescimento do PIB brasileiro em linha com a média da última década e prevê cortes adicionais de 200 pontos-base na taxa Selic em 2026, apesar de riscos como desaceleração econômica global e incertezas regulatórias.

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