O Conselho Nacional do Ministério Público agendou para 18 de agosto o julgamento que pode resultar na expulsão do promotor João Paulo Furlan.
O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) marcou para o dia 18 de agosto o julgamento que definirá o futuro profissional do promotor João Paulo Furlan. O colegiado rejeitou o último recurso apresentado pela defesa, esgotando as instâncias administrativas antes da decisão final sobre a permanência do membro do Ministério Público do Amapá no cargo. O processo apura denúncias de que o promotor teria utilizado sua posição para favorecer o ex-prefeito de Macapá durante o exercício de suas funções. A sessão é considerada um marco importante para a corregedoria do órgão, que busca apurar possíveis desvios de conduta e garantir a integridade da atuação ministerial. Caso o CNMP decida pela expulsão, o caso encerrará um longo processo de investigação interna sobre as condutas atribuídas ao promotor.
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