A gestora citou riscos ligados à inteligência artificial como fator determinante para a mudança em sua estratégia de alocação de ativos.
Em seu relatório de perspectivas globais de investimento para o meio do ano de 2026, a BlackRock anunciou uma postura mais cautelosa em relação às ações de mercados emergentes. A gestora justificou a mudança estratégica apontando os riscos associados à rápida integração e aos impactos da inteligência artificial, que geram incertezas sobre o desempenho desses ativos no curto e médio prazo. A reavaliação faz parte de um ajuste mais amplo na alocação de ativos da empresa, que busca mitigar riscos diante das transformações tecnológicas e do cenário macroeconômico global vigente. Em contrapartida, a BlackRock demonstrou maior confiança em títulos de dívida pública da zona do euro, sinalizando uma preferência por ativos de renda fixa considerados mais estáveis neste momento de transição tecnológica e volatilidade nos mercados emergentes.
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