Ativistas e parlamentares criticam o aumento do prazo de permanência para trabalhadores do setor de cuidados, gerando conflito no governo britânico.
O governo britânico enfrenta um impasse político devido a uma proposta que pretende dobrar, para 10 anos, o tempo de permanência exigido para que trabalhadores migrantes do setor de cuidados obtenham a residência permanente no Reino Unido. A medida tem sido alvo de críticas severas por parte de ativistas e defensores dos direitos trabalhistas, que a classificam como cruel. O ministro Mike Tapp posicionou-se contra a inclusão desses profissionais nas novas regras, entrando em conflito direto com a secretária do Interior, Shabana Mahmood. A controvérsia ganha relevância pois as mudanças impactariam retroativamente o tempo de serviço desses trabalhadores, gerando incertezas sobre a estabilidade migratória de milhares de profissionais essenciais para o sistema de saúde e assistência social do país.
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