Onda de calor extremo atinge países da Europa central e oriental
Temperaturas acima de 40°C causam mortes, incêndios e sobrecarga na infraestrutura, com alertas vermelhos em vigor em diversos países europeus.
Pontos principais
- Temperaturas extremas superam 40°C em países da Europa central, oriental e sudeste, com alertas vermelhos em vigor.
- O fenômeno, descrito como um 'domo de calor', afeta capitais como Budapeste, Belgrado e Bucareste.
- A França reportou cerca de 1.000 mortes adicionais relacionadas ao calor, afetando majoritariamente a população idosa.
- Incêndios florestais foram registrados na Croácia, exigindo mobilização de bombeiros em regiões como a ilha de Vis.
- Cientistas apontam que a intensidade do fenômeno, iniciado em 20 de junho, é potencializada pelas mudanças climáticas.
- Autoridades recomendam que a população permaneça em locais fechados para evitar riscos à saúde.
Uma intensa onda de calor, caracterizada como um 'domo de calor', continua a castigar a Europa, com temperaturas que superam a marca dos 40°C e provocam transtornos generalizados na infraestrutura e na saúde pública. O fenômeno, que se deslocou da Europa Ocidental para o leste e sudeste do continente, tem gerado alertas vermelhos em nações como Alemanha, Polônia, Hungria, Romênia, Sérvia e Croácia. Em cidades como Budapeste, Belgrado e Bucareste, as autoridades monitoram de perto os riscos à população, enquanto equipes de combate a incêndios enfrentam focos de fogo, como o registrado na ilha de Vis, na Croácia.
A situação é agravada pelo impacto direto na mortalidade, com a França reportando cerca de 1.000 mortes adicionais associadas ao período de calor extremo, atingindo principalmente idosos. Especialistas reforçam que a magnitude deste evento, iniciado em 20 de junho, seria praticamente impossível sem a influência das mudanças climáticas. Além dos danos à saúde, o calor prolongado tem causado interrupções no fornecimento de energia e sobrecarregado os sistemas de suporte urbano. Autoridades locais seguem recomendando que os cidadãos permaneçam em locais fechados e evitem exposição direta ao sol, enquanto a previsão meteorológica indica que as temperaturas devem subir novamente no início de julho, mantendo diversos países em estado de alerta.
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