Motoristas de ônibus iniciam greve nesta segunda-feira no Rio
Categoria rejeitou proposta de reajuste de 4,39% e mantém 50% da frota circulando por determinação judicial durante a paralisação.
Pontos principais
- A greve foi deflagrada após assembleia da categoria realizada no último domingo.
- Trabalhadores reivindicam piso salarial de R$ 4 mil para ônibus convencionais e R$ 5 mil para articulados.
- O TRT-1 determinou a manutenção de 50% da frota sob pena de multa diária de R$ 50 mil.
- A proposta patronal de reposição inflacionária de 4,39% foi recusada pelos motoristas.
- A prefeitura decretou ponto facultativo na cidade devido a um jogo da Seleção Brasileira.
Motoristas de ônibus do Rio de Janeiro iniciaram uma greve por tempo indeterminado nesta segunda-feira, após a categoria rejeitar a proposta de reajuste salarial de 4,39% oferecida pelo sindicato patronal. Os rodoviários pleiteiam pisos salariais de R$ 4 mil para veículos convencionais e R$ 5 mil para articulados, além de mudanças na data-base e novos benefícios. O Rio Ônibus, por sua vez, alega dificuldades financeiras decorrentes de atrasos nos subsídios municipais.
O Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT-1) determinou a manutenção de 50% da frota em circulação para garantir o atendimento à população, estabelecendo multa diária de R$ 50 mil em caso de descumprimento. Enquanto o sistema BRT mantém operação parcial, a prefeitura decretou ponto facultativo na capital fluminense devido a um jogo da Seleção Brasileira, o que auxilia na redução da demanda por transporte público durante o movimento paredista.
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