Categoria reivindica reajuste salarial e mantém 50% da frota em circulação por determinação judicial no Rio de Janeiro.
Motoristas de ônibus do Rio de Janeiro deflagraram greve nesta segunda-feira, impactando o transporte municipal e o sistema BRT. A categoria pleiteia um novo piso salarial, fixado em R$ 4 mil para motoristas de veículos convencionais e R$ 5 mil para condutores de articulados, além de benefícios adicionais. Em resposta, o sindicato patronal, Rio Ônibus, argumenta que o setor enfrenta uma crise financeira agravada por atrasos nos repasses de subsídios por parte da prefeitura.
O Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT-1) reconheceu a legalidade do movimento, mas impôs a obrigatoriedade de manter 50% da frota em operação para minimizar os transtornos à população, sob pena de multa de R$ 50 mil. A decisão judicial também veda a contratação de mão de obra temporária para substituir os grevistas. A prefeitura informou que segue monitorando a situação para assegurar o funcionamento do transporte público.
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