Presidente do Grupo Fleury destaca que a inteligência artificial otimiza diagnósticos, mas não substitui a atuação essencial do médico.
O Grupo Fleury reafirmou sua estratégia de digitalização ao posicionar a inteligência artificial como uma ferramenta de suporte à produtividade, e não como um substituto para profissionais de saúde. Segundo a presidente da companhia, Jeane Tsutsui, a tecnologia desempenha um papel fundamental na automação de processos repetitivos, o que permite aos médicos concentrarem seus esforços em tarefas de maior complexidade e valor agregado. A iniciativa visa elevar a eficiência diagnóstica sem comprometer a qualidade do atendimento. A empresa sustenta que, apesar dos avanços em machine learning e análise de dados, a sensibilidade humana permanece indispensável para a relação médico-paciente e para o julgamento clínico final. Esse movimento reflete uma tendência crescente no setor de saúde, onde a integração de soluções digitais busca equilibrar a inovação tecnológica com a necessidade de um cuidado personalizado e humanizado.
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