A petroquímica enfrenta prejuízos bilionários causados pelo desastre geológico em Maceió e pela forte pressão competitiva de produtos chineses.
A Braskem atravessa um período crítico após uma década de instabilidade, culminando na perda de 90% de seu valor de mercado em relação ao pico de 2021. O declínio da petroquímica foi impulsionado por uma combinação de fatores internos e externos, com destaque para o desastre geológico em Maceió, que gerou passivos significativos e danos à reputação da empresa. Paralelamente, a companhia tem enfrentado dificuldades operacionais devido à forte concorrência de produtos vindos da China, que impactaram diretamente a competitividade do setor no cenário global. Atualmente, sob a gestão compartilhada entre a IG4 Capital e a Petrobras, a Braskem tenta implementar medidas de recuperação para estabilizar suas finanças. O futuro da petroquímica permanece incerto, com analistas monitorando de perto como a nova estratégia corporativa lidará com os desafios estruturais e a pressão do mercado financeiro.
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