Usuários chineses utilizam serviços de proxy e estações de transferência para acessar o chatbot da Anthropic, contornando bloqueios geográficos.
Usuários na China têm recorrido a um mercado subterrâneo para acessar o Claude, chatbot desenvolvido pela Anthropic, que não possui operação oficial no país. A prática envolve o uso de 'estações de transferência', sites que compram tokens de API no exterior e redistribuem o acesso para clientes locais por meio de serviços de proxy e identidades falsas obtidas em plataformas como o Telegram. Essa infraestrutura paralela demonstra a dificuldade de aplicar restrições geográficas em ferramentas de IA generativa diante de uma demanda crescente por tecnologia avançada. A existência desse ecossistema ressalta os desafios de governança e conformidade enfrentados por empresas de tecnologia ao lidar com mercados onde o acesso a modelos de linguagem de ponta é limitado por políticas corporativas ou regulatórias.
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