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China planeja responsabilizar empresas por danos causados por IAs

Governo chinês endurece regras para IAs de namoro virtual, exigindo registro de algoritmos e proteção contra danos emocionais a partir de julho de 2026.

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Foto: Folha de São Paulo - Mercado
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19/05 às 04:34 · atualizado há 1m

Pontos principais

  • As novas regras entram em vigor em 15 de julho de 2026, focando em IAs que simulam vínculos afetivos e personalidades.
  • Empresas serão legalmente responsáveis por danos emocionais, incluindo casos de automutilação ou perdas financeiras dos usuários.
  • É proibida a oferta de serviços de relações íntimas virtuais para menores de idade.
  • Plataformas deverão registrar algoritmos, realizar avaliações de segurança e obter consentimento explícito para uso de dados em treinamento.
  • Multinacionais no setor deverão cumprir restrições rigorosas de licenciamento e transferência de dados dentro do território chinês.

O governo da China anunciou um endurecimento na regulamentação de sistemas de inteligência artificial, focando especificamente em plataformas que oferecem serviços de namoro e aconselhamento virtual. A partir de 15 de julho de 2026, as empresas do setor serão legalmente responsáveis por danos emocionais causados aos usuários, com obrigatoriedade de implementar mecanismos de intervenção em situações de risco, como automutilação ou perdas financeiras. A política estabelece pilares rígidos de proteção, proibindo o acesso de menores a serviços de relações íntimas virtuais. Além disso, as plataformas deverão registrar seus algoritmos, realizar avaliações de segurança periódicas e obter consentimento explícito para o uso de dados pessoais no treinamento de modelos. Multinacionais que operam no país também deverão se adequar às novas restrições de licenciamento e transferência de dados, reforçando o controle estatal sobre o desenvolvimento de tecnologias emergentes.

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