O Banco Central Europeu reforça a necessidade de elevar juros para alinhar a inflação à meta de 2%, sob pressão dos custos de energia e do petróleo.
A dirigente do Banco Central Europeu, Isabel Schnabel, reforçou a expectativa de novos aumentos nas taxas de juros para conter a inflação na zona do euro e reconduzi-la à meta de 2%. A decisão reflete a preocupação da autoridade monetária com a persistência dos preços, agravada pelos custos de energia e pelos impactos do choque do petróleo, especialmente diante da situação no Estreito de Ormuz. Embora a reabertura da rota e um recente acordo de paz tenham reduzido a probabilidade de cenários extremos, o BCE projeta um crescimento econômico mais lento e uma redução no consumo privado. Além do desafio inflacionário, o banco alertou para o aumento dos riscos à estabilidade financeira global, citando preocupações com níveis de alavancagem e as atuais avaliações de ativos em um ambiente de incerteza econômica persistente.
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