O Banco Central Europeu (BCE) é a instituição que define a política monetária para os 21 países da Zona Euro. Em fevereiro de 2026, o BCE anunciou um novo mecanismo global e permanente de apoio à liquidez do euro, que se tornará operacional no terceiro trimestre de 2026. Este mecanismo permitirá que bancos centrais de todo o mundo obtenham financiamento em euros, visando fortalecer o papel internacional da moeda e aumentar a confiança em transações denominadas em euros. A presidente do BCE, Christine Lagarde, defende incentivos para reter capital na UE e vê a política dos EUA como um estímulo para reformas econômicas europeias.
O Banco Central Europeu (BCE) é a instituição responsável pela política monetária da Zona Euro, composta por 21 países. Em fevereiro de 2026, o BCE anunciou a criação de um mecanismo global e permanente de apoio à liquidez do euro, visando fortalecer o papel internacional da moeda. Este mecanismo permite que bancos centrais de todo o mundo obtenham financiamento em euros em momentos de tensão no mercado, aumentando a confiança em investimentos e transações denominadas em euros. A presidente do BCE, Christine Lagarde, expressou preferência por incentivos em vez de impostos para reter capital na União Europeia, observando um sentimento geral positivo e entrada de capital no continente.
Tradicionalmente, o acesso às linhas de recompra do BCE, cruciais para financiamento em períodos de instabilidade, era restrito a um número limitado de países, principalmente na Europa Oriental. A presidente do BCE, Christine Lagarde, tem defendido a expansão do alcance global do euro. Durante a Conferência de Segurança de Munique, Lagarde destacou a necessidade de o BCE estar preparado para um ambiente financeiro mais volátil e evitar vendas precipitadas de títulos denominados em euros que possam prejudicar a política monetária. O novo mecanismo, que se tornará operacional no terceiro trimestre de 2026, é uma resposta a essa necessidade, oferecendo acesso permanente e global à liquidez em euros, com um limite de até 50 bilhões de euros. A iniciativa também visa capitalizar a reavaliação do status do dólar americano por investidores, impulsionada pela imprevisibilidade da política econômica dos Estados Unidos. Lagarde também afirmou que a política do presidente dos EUA, Donald Trump, serve como um estímulo para a Europa acelerar reformas econômicas e promove a aproximação entre líderes europeus, citando o pacote de apoio de 90 bilhões de euros para a Ucrânia como exemplo da capacidade da UE de tomar decisões significativas. Ela espera progresso na união de poupança e investimentos da UE neste ano.