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Terremotos na Venezuela deixam 188 mortos e mobilizam ajuda internacional

Com 188 mortes confirmadas e milhares de desaparecidos, o Brasil e outros países enviam ajuda humanitária à Venezuela após dois fortes sismos.

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Foto: G1 Política
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25/06 às 06:45 · atualizado 28/06 às 09:08

Pontos principais

  • Dois terremotos de magnitudes 7,2 e 7,5 causaram destruição em Caracas e cidades costeiras, deixando 188 mortos e 1.520 feridos.
  • O balanço mais recente indica cerca de 24 mil desaparecidos e 250 edifícios destruídos ou severamente danificados.
  • O presidente Lula confirmou o envio de água, alimentos, medicamentos e equipes de resgate após contato com a presidente Delcy Rodríguez.
  • O Serviço Geológico dos EUA projeta impacto econômico severo ao PIB venezuelano devido à baixa profundidade dos sismos.
  • A Guiana suspendeu tensões territoriais com a Venezuela para oferecer auxílio humanitário imediato às áreas atingidas.
  • O governo dos EUA, sob a gestão de Donald Trump, ativou agências federais para coordenar o suporte logístico e médico ao país.
  • Nações como China e México também se somaram à mobilização global para o envio de suprimentos e tecnologia de resgate.

A Venezuela enfrenta uma crise humanitária de grandes proporções após ser atingida por dois terremotos consecutivos de magnitudes 7,2 e 7,5. O balanço oficial atualizado aponta 188 mortes, 1.520 feridos e cerca de 24 mil pessoas desaparecidas. A destruição é generalizada, com aproximadamente 250 edifícios colapsados ou com danos estruturais severos, agravados pela baixa profundidade dos sismos. O Serviço Geológico dos EUA alerta que o número de vítimas pode aumentar, projetando um impacto econômico profundo para a infraestrutura e o PIB do país.

Diante da gravidade, a comunidade internacional iniciou uma ampla mobilização de socorro. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou, após conversar com a presidente Delcy Rodríguez, que o Brasil enviará suprimentos essenciais, como água, alimentos e medicamentos, além de equipes de resgate. O esforço transcendeu barreiras diplomáticas, com a Guiana suspendendo tensões territoriais para prestar auxílio. O governo dos Estados Unidos, sob a gestão de Donald Trump, também ativou agências federais para coordenar o suporte logístico, somando-se aos esforços de países como China e México. Enquanto equipes de emergência continuam as buscas por sobreviventes sob os escombros, o foco global permanece na estabilização das áreas afetadas e na logística de distribuição de ajuda humanitária.

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