Goldman Sachs atinge recorde de US$ 1 trilhão em M&A no semestre
O banco de investimento superou a marca de US$ 1 trilhão em fusões e aquisições em 2026, o ritmo mais rápido já registrado no setor.
Pontos principais
- O Goldman Sachs lidera o ranking global de assessoria em M&A em 2026, seguido pelo JPMorgan Chase.
- O volume de US$ 1 trilhão foi alcançado em tempo recorde para um período de seis meses, segundo dados da Dealogic.
- A instituição atuou como lead left underwriter no IPO da SpaceX e co-assessora na venda da Dominion Energy por US$ 66,8 bilhões.
- As taxas de banco de investimento do Goldman subiram 48% no primeiro trimestre, atingindo US$ 2,84 bilhões.
- O CEO David Solomon atribui o volume global de US$ 2,6 trilhões em M&A ao avanço da IA e à consolidação estratégica de setores.
- Executivos apontam que o ambiente regulatório mais flexível sob a gestão de Donald Trump favoreceu o dinamismo das transações.
O Goldman Sachs consolidou sua posição de liderança no mercado financeiro global ao atingir a marca de US$ 1 trilhão em fusões e aquisições (M&A) anunciadas durante o primeiro semestre de 2026. Este desempenho representa o ritmo mais acelerado já registrado por qualquer banco de investimento em um período semestral, conforme dados da Dealogic. O sucesso da instituição foi impulsionado por operações de grande porte, incluindo a oferta pública inicial (IPO) da SpaceX e a transação de US$ 66,8 bilhões entre a Dominion Energy e a NextEra Energy.
Segundo o CEO David Solomon, o mercado global de M&A já ultrapassou US$ 2,6 trilhões neste ano, impulsionado pela busca das empresas por escala e vantagens competitivas em meio ao avanço da inteligência artificial. Apesar das incertezas geopolíticas, o setor tem se beneficiado de um ambiente regulatório mais favorável sob o governo de Donald Trump. Como reflexo desse momento positivo, as ações do Goldman Sachs acumulam uma valorização de cerca de 24% em 2026.
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