Após descobrir que fotos íntimas eram compartilhadas sem consentimento, vítima se infiltrou em grupo de mensagens para reunir provas contra o ex.
Em Singapura, um homem foi condenado à prisão após sua ex-namorada realizar uma investigação independente para expor o compartilhamento não consensual de imagens íntimas. O réu, identificado como Abdul Marzuq Waliyuddin Abdul Majid, utilizava um grupo de mensagens de temática religiosa para disseminar conteúdos obscenos, incluindo fotos da vítima. Ao descobrir a ação, a mulher infiltrou-se no grupo para reunir evidências concretas da prática criminosa. O caso ressalta a crescente preocupação com o uso de plataformas digitais para assédio e a violação de privacidade. A iniciativa da vítima foi determinante para que as autoridades locais pudessem processar o acusado, evidenciando a importância da coleta de provas digitais em crimes de divulgação de pornografia sem consentimento.
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