Um ex-colega de escola utilizou inteligência artificial para criar fotos fictícias de um homem em situações de namoro e paternidade sem seu consentimento.
Um caso de uso indevido de inteligência artificial em Singapura expôs os riscos da manipulação digital para fins de assédio. Um homem descobriu que um ex-colega de escola utilizou ferramentas de IA para gerar imagens falsas que o retratavam em situações íntimas e familiares, incluindo namoro, casamento e paternidade, sem qualquer autorização. A vítima, que não mantém contato com o autor das imagens, relatou sofrimento psicológico após ser alertada por um amigo sobre a existência do conteúdo em dezembro do ano passado. O episódio, reportado pelo jornal The Straits Times, destaca a crescente preocupação global com a facilidade de criar deepfakes e conteúdos invasivos que violam a privacidade e a dignidade das pessoas. O caso serve como um alerta sobre a necessidade de maior regulação e ética no uso de tecnologias generativas para evitar abusos digitais.
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