Pesquisa da Wharton School indica que a imposição do retorno presencial por líderes da Fortune 500 está ligada a traços de personalidade e busca por poder.
Um estudo conduzido pela Wharton School sugere que a resistência de executivos da Fortune 500 ao modelo de home office pode estar atrelada a traços de narcisismo e à necessidade de reafirmação de poder. Ao analisar o comportamento de CEOs durante seis anos, os pesquisadores observaram que decisões sobre o retorno ao escritório são frequentemente motivadas por fatores pessoais, como a busca por status e visibilidade, em vez de métricas exclusivas de produtividade. O levantamento utilizou indicadores como o tamanho das assinaturas e a presença de fotos em relatórios anuais para medir o narcisismo dos líderes. A análise, que ganhou repercussão após discussões sobre a cultura corporativa, destaca como a personalidade de um CEO pode influenciar diretamente a política de trabalho de uma organização, priorizando o controle hierárquico em detrimento da flexibilidade oferecida pelo trabalho remoto.
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