As taxas dos DIs fecharam em queda, influenciadas pela sinalização de manutenção da Selic e pela desvalorização dos Treasuries no exterior.
As taxas dos Depósitos Interfinanceiros (DIs) encerraram o pregão em queda pelo segundo dia consecutivo, refletindo o otimismo do mercado após a divulgação da ata do Comitê de Política Monetária (Copom). O documento sinalizou que a taxa Selic deve ser mantida no curto prazo, enquanto o Banco Central ajustou sua projeção para o cumprimento da meta de inflação de 3% para o primeiro trimestre de 2028. Esse cenário levou investidores a precificar a possibilidade de futuros cortes na taxa básica de juros brasileira. Além dos fatores internos, o movimento de queda foi sustentado pelo ambiente externo, marcado pela desvalorização dos Treasuries americanos e pela queda nos preços do petróleo Brent, fatores que aliviaram a pressão sobre a curva de juros local.
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