O ministro Rogerio Schietti Cruz suspendeu a transferência do contraventor para o sistema estadual, citando riscos à ordem pública.
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou que o contraventor Rogério de Andrade permaneça em uma unidade prisional federal. A decisão do ministro Rogerio Schietti Cruz suspendeu o entendimento anterior do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), que autorizava o retorno do preso ao sistema estadual. Segundo o Ministério Público, a manutenção em presídio de segurança máxima é indispensável para garantir a ordem pública e a integridade da instrução criminal, dado o histórico de influência do acusado no crime organizado. Rogério Andrade responde como mandante do assassinato de Fernando de Miranda Iggnácio, morto em 2020 com disparos de fuzil em um heliporto no Rio de Janeiro. Enquanto o processo segue, a Justiça busca concluir o julgamento dos demais envolvidos no caso, após a condenação de um executor em 2026.
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