Rogério de Andrade tem um histórico de envolvimento com atividades de contravenção no Rio de Janeiro. Sua rede de jogos de azar e outras operações ilícitas tem sido investigada por autoridades. Em 2022, a Operação Calígula teve como alvo suas redes de jogos de azar e as do ex-policial Ronnie Lessa, resultando em denúncias contra Rogério, seu filho Gustavo de Andrade, seu então chefe de segurança Márcio Araújo de Souza, Ronnie Lessa e os delegados Marcos Cipriano e Adriana Belém. Em março de 2024, a primeira fase da Operação Pretorianos visou 16 policiais militares da ativa e um policial penal. Em janeiro de 2026, a Operação Pretorianos, em sua fase mais recente, levou à prisão de dois policiais militares aposentados, Marcos Antonio de Oliveira Machado e Carlos André Carneiro de Souza, acusados de integrar a organização criminosa de Rogério de Andrade e de fazer a segurança de pontos de exploração de jogos ilegais. Um novo mandado de prisão foi expedido contra Rogério de Andrade na mesma operação. Ele também é patrono da escola de samba Mocidade Independente de Padre Miguel, cuja administração foi assumida por seu filho, Gustavo de Andrade.