O banco estima resultados sólidos para a estatal no segundo trimestre de 2026, impulsionados pelo aumento na produção de petróleo.
O Goldman Sachs mantém uma perspectiva positiva para a Petrobras no segundo trimestre de 2026, projetando um EBITDA ajustado de US$ 17 bilhões. O desempenho deve ser sustentado por um crescimento de 18% na produção de petróleo, resultado da entrada em operação de novas plataformas. A expectativa é que a estatal distribua US$ 3,4 bilhões em dividendos, oferecendo um yield de aproximadamente 3,1% no período. Apesar dos números robustos, o banco destaca que os subsídios aos combustíveis continuam pressionando o capital de giro, consumindo entre US$ 2 bilhões e US$ 2,3 bilhões. Analistas preveem uma redução gradual desses subsídios ao longo do segundo semestre de 2026, mantendo a Petrobras como a principal escolha de investimento no setor de energia na América Latina, superando pares como Ecopetrol e YPF.
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