Três irmãs brasileiras, com idade combinada de 316 anos, são alvo de estudo científico para identificar segredos biológicos da longevidade.
Três irmãs brasileiras, que somam 316 anos de idade, tornaram-se objeto de uma investigação científica rigorosa após serem reconhecidas pelo Guinness World Records, em junho de 2026, como o trio de irmãos vivos mais velho do mundo. O estudo, coordenado pela renomada cientista Mayana Zatz, da Universidade de São Paulo (USP), integra o Projeto DNA Longevo e busca desvendar os mecanismos biológicos e genéticos que permitem uma longevidade excepcional. A relevância da pesquisa reside na possibilidade de compreender como certos indivíduos conseguem manter a integridade de suas funções físicas e cognitivas por mais de um século. Ao analisar o perfil genético das irmãs, os pesquisadores esperam identificar biomarcadores que contribuam para o desenvolvimento de estratégias voltadas ao envelhecimento saudável e à prevenção de doenças degenerativas na população em geral.
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