O setor informal de canetas emagrecedoras atingiu R$ 12,5 bilhões no Brasil, com projeção de superar as vendas formais até 2026.
O mercado paralelo de medicamentos emagrecedores à base de GLP-1 consolidou-se como uma força expressiva no Brasil, movimentando R$ 12,5 bilhões no último ano. Impulsionado por farmácias de manipulação e importações irregulares, o setor informal deve continuar sua trajetória de crescimento, com projeção de atingir R$ 19 bilhões em 2026, superando as vendas dos canais formais. Atualmente, estima-se que 43% da receita total desses fármacos no país provenha de fontes não rastreáveis, o que acende um alerta sobre a segurança do consumidor. Em resposta, a Anvisa intensificou suas ações regulatórias desde o início de 2025, destacando-se a implementação da RDC 973/2025. A nova norma equipara os medicamentos da classe GLP-1 a substâncias controladas, visando endurecer o rastreamento e coibir a comercialização irregular desses produtos no território nacional.
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