Quatro anos após a invasão russa, familiares exigem informações sobre pessoas com deficiência que permanecem desaparecidas em zonas ocupadas.
Quatro anos após o início da invasão da Ucrânia, famílias enfrentam a angústia de não ter notícias de parentes com deficiência que viviam em instituições agora sob controle russo. A ausência de informações oficiais e a falta de canais de comunicação por parte das autoridades russas impedem que os familiares saibam o paradeiro ou o estado de saúde dessas pessoas vulneráveis. A situação tem gerado crescente preocupação internacional sobre a proteção de indivíduos com deficiência em áreas de conflito, onde a infraestrutura de assistência foi severamente afetada. Grupos de direitos humanos intensificaram a pressão por uma investigação internacional independente, argumentando que a falta de transparência sobre essas pessoas desaparecidas constitui uma grave violação dos direitos humanos e exige uma resposta urgente da comunidade global para garantir a segurança dos civis afetados pela ocupação.
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