Levantamento aponta que bancos digitais atingiram 46% de principalidade no país em 2026, com o Nubank liderando a preferência dos consumidores.
O setor bancário brasileiro passa por uma mudança estrutural, com as instituições digitais consolidando sua posição frente aos bancos tradicionais. Segundo dados da consultoria Okiar, a principalidade — quando o cliente elege uma instituição como sua conta principal — migrou significativamente para o ambiente digital, que saltou de 40% para 46% de participação em apenas um ano. O Nubank destaca-se como o principal motor dessa transformação, alcançando 24,4% de preferência no ranking geral de 2026. Enquanto o público de trabalhadores formais mantém certa resistência, o segmento de empreendedores e autônomos tem impulsionado a adoção dessas plataformas. O movimento reflete uma mudança de paradigma, onde a competitividade e a agilidade tecnológica superam a tradição histórica das instituições financeiras, forçando os bancos tradicionais, como o Bradesco, a enfrentar perdas relevantes de mercado.
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