Setor de surfwear enfrenta declínio de marcas tradicionais e busca se adaptar a novas tendências urbanas e esportivas para sobreviver.
O mercado de surfwear, que dominou o cenário cultural e comercial entre as décadas de 1990 e 2000, atravessa um período crítico de reestruturação. A perda de espaço para o fast fashion e a ascensão do streetwear global comprometeram o modelo de negócio tradicional, culminando na falência da Liberated Brands, operadora de gigantes como Billabong e Quiksilver, em fevereiro de 2025. O fechamento de mais de 100 lojas nos Estados Unidos reflete a dificuldade das marcas em manter a relevância diante de um público com preferências em constante mudança. No Brasil, contudo, o setor encontrou um nicho de resiliência ao se fundir com a cultura urbana periférica, influenciando estéticas como o 'mandrake'. Para garantir a sobrevivência a longo prazo, as empresas agora apostam na diversificação, focando em esportes em ascensão, como o beach tennis e o skate, na tentativa de reconectar com o consumidor moderno.
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