Empresas como Heinz e Levi's adotam estratégias criativas para contornar restrições da Fifa e ganhar visibilidade durante o torneio mundial.
A Copa do Mundo 2026 tem sido palco de intensas estratégias de marketing de emboscada, com marcas buscando visibilidade apesar das restrições impostas pela Fifa. A entidade mantém um controle rigoroso sobre a exposição de logotipos nos estádios, utilizando tecnologias como drones para identificar e ocultar marcas que não possuem contrato de patrocínio. Em resposta, empresas como Heinz, Levi's e Gillette têm adotado campanhas criativas que capitalizam sobre essa censura visual, transformando a ocultação de seus produtos em peças publicitárias. O cenário é ainda mais complexo nos Estados Unidos, onde a predominância de naming rights em arenas esportivas cria desafios adicionais para a organização. Paralelamente, a CBF tem reforçado medidas jurídicas para proteger a imagem da seleção brasileira e de seus atletas contra o uso comercial não autorizado por terceiros.
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