O custo do ouro utilizado no troféu da Copa do Mundo saltou de US$ 46,8 mil para mais de US$ 626 mil desde o pentacampeonato brasileiro.
O valor intrínseco do troféu da Copa do Mundo acompanhou a trajetória de valorização histórica do ouro no mercado financeiro global. Desde o pentacampeonato do Brasil em 2002, o custo do metal precioso contido na peça de 4,631 quilos de ouro 18 quilates saltou de aproximadamente US$ 46,8 mil para um patamar superior a US$ 626 mil em 2026. Esse movimento reflete a busca constante por ativos de proteção em cenários de incerteza macroeconômica. A valorização foi impulsionada ao longo das últimas décadas por fatores como a criação de ETFs, o aumento das reservas estratégicas por bancos centrais e crises financeiras recorrentes. O salto de 134,89% registrado apenas entre 2022 e 2026 representa o maior avanço percentual observado entre edições do torneio, consolidando o ouro como um benchmark de segurança financeira.
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