Manuel Adorni renunciou aos cargos de porta-voz e chefe de Gabinete na Argentina em meio a investigações por ocultação de patrimônio.
O governo da Argentina oficializou a saída de Manuel Adorni de todas as suas funções, incluindo os cargos de porta-voz presidencial e chefe de Gabinete. A renúncia ocorre após o agravamento de um escândalo envolvendo a ocultação de US$ 500 mil em seu patrimônio, valor que Adorni justificou como fruto de investimentos em criptomoedas. O caso contradiz declarações anteriores prestadas ao Congresso e motivou uma investigação da Justiça Federal por enriquecimento ilícito. Para ocupar a lacuna na comunicação, o governo nomeou Adrián Ravier. A crise política impacta a gestão de Javier Milei em um cenário econômico sensível, caracterizado pelo aumento das tarifas de serviços públicos e pelo fechamento de empresas no país, elevando a pressão sobre a administração atual.
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