Estado passa a considerar eventos climáticos extremos e séries históricas de 15 anos para garantir a segurança do abastecimento na Grande São Paulo.
O governo de São Paulo anunciou uma atualização na metodologia de monitoramento hídrico da Região Metropolitana, visando aumentar a segurança do abastecimento diante da instabilidade climática. A nova estratégia amplia a série histórica de análise para 15 anos, integrando dados sobre os impactos de fenômenos como El Niño e La Niña. Entre as mudanças, o Sistema Cantareira passa a contar com uma curva de monitoramento dedicada, enquanto a periodicidade das avaliações de contingência foi ajustada para um formato mensal. A medida faz parte de um plano mais amplo de resiliência hídrica, que prevê investimentos de R$ 25 bilhões. Com obras de infraestrutura já entregues, como as transferências Itapanhaú e Guaratuba, o estado mantém um cronograma de intervenções até 2027 para ampliar a oferta de água e mitigar riscos de escassez em períodos de seca prolongada.
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