Registros sugerem que o fundo Eagle Eye, ligado ao Banco Master, detém a Forbes Brasil, apesar de a empresa negar publicamente a relação societária.
Documentos protocolados na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) revelaram uma possível conexão societária entre a Forbes Brasil e o fundo Eagle Eye, entidade vinculada ao Banco Master. Embora a Forbes Brasil negue formalmente qualquer participação do banco ou de seus fundos em sua estrutura, os registros da CVM indicam que o fundo detém a totalidade das ações da FRBS Participações, empresa responsável pela marca no país. Além da divergência societária, foi identificado um mútuo conversível de R$ 100 milhões entre as partes. A situação levanta questionamentos sobre a transparência da estrutura de capital da Forbes Brasil, especialmente pelo fato de o fundo Eagle Eye ter sido administrado pela Reag Investimentos, gestora que é investigada na operação Carbono Oculto. A discrepância entre os dados da CVM e os registros da Junta Comercial de São Paulo mantém o caso sob escrutínio.
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